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Usar lente de contato após cirurgia ocular pode causar complicações?
Fazer o uso da lente de contato antes do período pode causar queimação, coceira e vermelhidão nos olhos   Quando um paciente sofre com miopia, hipermetropia ou astigmatismo pode acabar optando por ser submetido a "cirurgia refrativa com excimer laser" para correção do problema, sendo que em mais de 90 dos casos obtém êxito, o que resulta na liberdade dos óculos e lentes de contato. No entanto, em alguns casos é possível que ocorra algumas complicações como uma hipercorreção (sobra do grau), regressão (recidiva do grau) ou mesmo aumento do grau (o olho continua desenvolvendo o grau mesmo na idade adulta). Estes pacientes poderão ser submetidos a nova cirurgia corretiva, desde que as condições oculares permitam o procedimento. Entretanto, alguns pacientes optam por não realizarem uma nova correção, preferindo uso de óculos ou lentes de contato. Como funciona a cirurgia ocular? A "cirurgia refrativa com excimer laser" proporciona um trauma dos nervos corneanos, levando a uma baixa de sensibilidade na superfície corneana, diminuindo o estímulo nervoso e, consequentemente, diminuindo a produção de lágrima. Por esse motivo, algumas pessoas podem sofrer com o olho seco transitório, onde mais tarde será restabelecido a produção normal do filme lacrimal. As técnicas mais utilizadas para realizar a cirurgia são o PRK e o LASIK. No PRK a regeneração dos nervos com a normalização da produção do filme lacrimal em média são 30 dias. No caso do LASIK , pode durar de 6 a 9 meses, para que o olho volte a ter o filme lacrimal sem alteração. Posso usar a lente de contato após a cirurgia? Pacientes que utilizam lentes de contato (rígidas ou gelatinosas) antes do período de normalização do filme lacrimal após a cirurgia, podem apresentar sintomas como queimação, prurido (coceira), sensação de corpo estranho, vermelhidão e flutuação na visão. A lágrima apresenta vários componentes na sua estrutura. Dentre eles estão as células de defesas. A lente de contato pode provocar pequenas erosões na superfície da córnea (microulcerações). Com a diminuição das células de defesa pela alteração do filme lacrimal, a córnea fica susceptível a infecção por bactérias ou fungos, podendo estas alterações levar a sequelas graves da córnea. Portanto, sempre que for optar por uso de lentes de contato, seja um paciente que não foi submetido ou aquele que foi submetido a cirurgia refrativa, procurar o médico oftalmologista para que ele possa avaliar o filme lacrimal e saber se as condições desta estrutura não oferecem risco ao uso de lentes de contato. Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/33548-usar-lente-de-contato-apos-cirurgia-ocular-pode-causar-complicacoes
 
Coceira no ouvido: veja as causas e o que fazer para diminuir o desconforto
O uso de objetos como cotonetes aumenta a incidência da coceira no ouvido e pode causar outros problemas auditivos    Não há nada mais irritante do que uma coceira no ouvido que não passa nunca. Embora isso seja muito comum, qual será o motivo para isso acontecer? A causa mais comum de coceira no ouvido está relacionada a um problema da pele do canal auditivo, mais comum em quem possui pele seca, e que pode ser agravado se a pessoa tiver quadros alérgicos em outros locais do corpo, como rinite e dermatite de origem alérgica.  Outra causa frequente da coceira no ouvido é a otite externa, uma infecção do canal auditivo causada por bactérias ou fungos. A otite externa em geral se inicia com um incômodo e coceira no ouvido, e progride para dor, inflamação e saída de secreção amarelada e com mau cheiro (purulenta).  Além disso, o uso de aparelho auditivo, em especial o que fica dentro do canal auditivo (chamado modelo intracanal), e outros objetos para limpar os ouvidos, como cotonetes, retiram a cera, que é uma camada oleosa de proteção da pele, deixando-a mais seca e também causando coceira.  A causa mais rara para coceira no ouvido é a psoríase, uma doença autoimune que causa placas de pele ressecadas e com descamação em alguns pontos do corpo, podendo se localizar também na parte externa e dentro do canal do ouvido.  Complicações causadas pela coceira no ouvido  A coceira no ouvido pode estar muito relacionada com quadros alérgicos, por isso é comum também a pessoa sentir coceira na garganta e em outros locais, como na pele e no nariz.  Coçar o ouvido com o uso de objetos pode remover a camada de cerume que protege o ouvido das infecções. Com isso, o ouvido fica sujeito à infecção por bactérias, e se a infecção persistir, também fungos podem estar presentes.  O ato de usar objetos também pode empurrar a cera que estava mais externa no canal do ouvido para dentro, causando seu entupimento, o que leva a pessoa a sentir um desconforto ou mesmo dor no ouvido e queda da audição.  O que fazer quando a coceira surge?  Quando sentir coceira, recomenda-se evitar qualquer tipo de objeto ou líquido dentro do ouvido. Apenas medidas como a limpeza com uma toalha na parte mais externa do ouvido são seguras. Se a pessoa tiver quadros alérgicos, pode fazer uso de antialérgicos para alívio da crise.  Quando a coceira persiste ou é associada a coceira em outras partes do corpo, é importante a avaliação do otorrinolaringologista. Quando a coceira vem associada de dor e saída de secreção, recomenda-se uma consulta de forma mais rápida, pois pode se tratar de um quadro de infecção.  Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/33550-coceira-no-ouvido-veja-as-causas-e-o-que-fazer-para-diminuir-o-desconforto 
 
5 tipos de dores de cabeça que você não deve ignorar
Veja como identificar os diferentes tipos e o que fazer para tratar cada caso Todos conhecem ou já ouviram falar em enxaqueca, certo? Porém, o que a maioria das pessoas não sabem é que existem inúmeros outros tipos de dor de cabeça. Embora menos comuns, estas outras causas de cefaléia precisam de uma atenção médica redobrada, porque muitas vezes podem se confundir com outras doenças como aneurismas ou tumores cerebrais. Outros tipos de dores de cabeça que requerem atenção, são : Cefaléia em salvas Poucas pessoas já ouviram falar neste tipo de dor de cabeça, mas de todas as cefaleias primárias, por exemplo, ela é aquela significativamente mais comum em homens, preferencialmente adultos jovens. Trata-se de uma dor explosiva, de extrema intensidade, porém sempre unilateral, na região frontal ou da órbita. Dura cerca de 15 minutos há 3 horas, mas o dado mais importante para pensar neste diagnóstico são os fenômenos que ocorrem no lado que a pessoa sente dor como diminuição do tamanho da pupila, entupimento do nariz e lacrimejamento. Curiosamente, esta dor melhora com oxigênio inalado sob máscara. Cefaléia relacionada à atividade sexual Este tipo de cefaléia não é tão raro quanto parece, pode ocorrer em homens ou mulheres e acontece normalmente durante ou imediatamente antes do orgasmo. É uma dor também de extrema intensidade, explosiva, podendo durar de 1 minuto a 1 dia inteiro. Em geral esta cefaléia é primária, ou seja, não há nada por detrás. Entretanto, cabe nestes casos uma pesquisa para afastar a possibilidade de aneurismas intracranianos. Cefaléia do "despertador" Quem nunca acordou à noite, depois de estar dormindo um sono agradável? Agora imagine acordar toda noite, no mesmo horário, porém o "despertador" é uma forte dor de cabeça que sempre chega na hora exata, por exemplo, às 04:30hs da manhã. Pois assim é a cefaléia do "despertador", tecnicamente conhecida por cefaléia hípnica. Uma dor de cabeça que só aparece durante o sono e acorda o paciente, dura de 15 minutos a 4 horas, gerando um grande prejuízo a estas pessoas, embora seja primária, ou seja, não há um tumor ou aneurisma por detrás deste tipo de dor de cabeça. Cefaléia em "pontada" Este tipo de dor de cabeça ocorre em geral da seguinte forma: a pessoa sente uma pontada ou punhalada, breve (duração de 1 a 3 segundos), em uma região localizada da cabeça, podendo ocorrer 1 vez ou várias vezes ao dia. É também uma dor forte, mas felizmente, devido à sua curta duração e frequência muito irregular, os pacientes acabam não procurando informação de um médico sobre o assunto. Tecnicamente, esta cefaleia é conhecida por cefaléia primária em guinada e é primária, ou seja, não há causa por detrás. Cefaléia da "tosse" Finalmente, a cefaléia benigna da tosse, como o próprio nome diz, é um tipo de dor de cabeça desencadeado especialmente pela tosse, mas sem nenhuma causa grave por detrás. Entretanto, ela pode ser bem forte, de início súbito, durando de 1 segundo a 2 horas. Corresponde a cerca de 1 de todos os tipos de cefaléia observados em consultas de Neurologia, sendo, portanto, rara. Pode melhorar com um anti-inflamatório da família da indometacina. Assim, é importante reconhecer que existem inúmeros outros tipos de dor de cabeça, e que um médico experiente poderá ajudar a diferenciar uma situação de outra, orientando os melhores caminhos para o tratamento. Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/33410-5-tipos-de-dores-de-cabeca-que-voce-nao-deve-ignorar
 
Dieta para diverticulite : conheça os alimentos permitidos e quais evitar
Veja como prevenir a diverticulite com ajuda de uma alimentação rica em fibras A diverticulite é uma inflamação caracterizada por pequenas bolsas na parte interna do intestino, podendo causar diversos sintomas, como sensibilidade e inchaço no abdômen, febre, náusea, calafrios e entre outros. Ainda não se sabe a causa exata da doença, porém sabe-se que seguir uma dieta pobre em fibras é uma das causas mais prováveis. Por isso, é importante seguir hábitos alimentares saudáveis para prevenir o problema ou evitar complicações. Se você está se perguntando "Como posso me alimentar de maneira correta para evitar uma crise? Ou como posso me alimentar durante uma crise de diverticulite?" Não precisa se preocupar, nós te ajudaremos a desvendar essas questões. Confira algumas dicas abaixo: Fibras Pessoas que comem menos alimentos com fibras têm mais chances de desenvolver diverticulite. Então, é de extrema importância seguir uma dieta rica em alimentos fibrosos. "As fibras melhoram a consistência do bolo fecal, melhora o funcionamento do intestino e evita novas crises", diz a gastroenterologista Débora Poli, especialista do Hospital Santa Paula. De acordo com a especialista, é recomendado consumir diferentes alimentos ricos em fibras para melhorar o funcionamento do intestino. Algumas fibras, como a aveia e a cevada, estimulam o crescimento de bactérias boas e ajudam na flora intestinal. Entretanto, não está completamente comprovado que as fibras podem prevenir as crises de diverticulite. "O mais importante é manter o hábito intestinal saudável e quanto mais diversificada for a flora intestinal parece ser melhor. Sendo assim, fibras solúveis e insolúveis misturadas são uma boa opção", esclarece a especialista. Quando devo evitar o consumo de fibras? E quais alimentos evitar? Alimentos ricos em fibras são fundamentais para quem tem diverticulite. No entanto, durante uma crise elas devem ser evitadas. "As fibras fermentam e produzem mais gases, que podem piorar os sintomas", afirma Debora Poli. Apesar de não existirem alimentos que ajudam a curar a doença, alguns podem acabar intensificando os sintomas. Segundo a gastroenterologista, os alimentos que devem ser evitados durante uma crise são: Alimentos gordurosos Excesso de doce Grãos Cereais Legumes Verduras "São alimentos de difícil digestão e que apresentam muita fermentação (produzem mais gases), podendo piorar os sintomas na crise", explica. É importante mencionar que na diverticulite com alguma complicação, alguns médicos indicam o jejum até definir se há necessidade de cirurgia ou para entender qual o melhor tratamento. Uma alimentação saudável é sempre essencial para evitar problemas de saúde, para quem sofre com diverticulite essa atenção precisa ser redobrada. Por esse motivo os médicos recomendam manter uma dieta leve, com alimentos de fácil digestão e pouco fermentativos para diminuir os sintomas da doença. É possível evitar que a diverticulite aconteça? Mudar alguns hábitos de vida podem ajudar no controle da infecção. A especialista deu algumas dicas como: Fazer dieta que favoreça o bom funcionamento do intestino Manter exercícios físicos regulares Manter-se bem hidratado. "Existem medicamentos específicos que podem ajudar na prevenção das crises e a reduzir sintomas", diz. Além disso, é importante ressaltar que a diverticulite necessita de acompanhamento médico. "Para manter o hábito intestinal saudável e evitar a constipação e a consequente diverticulite é necessário que as fezes estejam hidratadas e não ressecadas", aconselha a gastroenterologista. Evitar alimentos pequenos: mito ou verdade? Algumas pessoas acreditam que a base para evitar uma crise de diverticulite é evitar o consumo de alimentos pequenos. Mas, essa é uma recomendação antiga e controversa, como explica a gastroenterologista "No passado, se acreditava que a causa da diverticulite seria o impacto de uma semente ou outro alimento pequeno no orifício dos divertículos. Atualmente, se sabe que o principal fator para a diverticulite é a pressão dentro do intestino e essa pressão tem relação direta com a consistência das fezes", completa. Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/33394-dieta-para-diverticulite-conheca-os-alimentos-permitidos-e-quais-evitar
 
Sal rosa do Himalaia: entenda se ele realmente vale a pena
Entenda até que ponto vão os benefícios de optar pelo sal rosa O sal rosa do Himalaia ganhou grande popularidade por se tornar conhecido como a opção mais rica em minerais em relação ao sal refinado. E assim, sendo empregado a ele um maior benefício à saúde. A maior diferença entre o sal refinado, conhecido como sal de mesa e mais popularmente utilizado, e o sal integral, que pode ser o marinho ou conhecido com sal grosso, sal rosa, negro e sal kosher, é que no refinado a composição de sódio e cloreto é maior do que a do sal integral, além de contar com a presença de substâncias químicas usadas para remoção das impurezas. Durante este processo de purificação, acontece a retira de grande parte dos nutrientes do sal. Já o sal integral não passa por este processo, mantendo assim na sua composição vários minerais e elementos, todos naturalmente encontrados no alimento. Sal rosa realmente faz bem? Várias controvérsias têm sido observadas nos últimos tempos em relação ao sal rosa do Himalaia. Ele surgiu como o sal do momento, prometendo vários benefícios a saúde e, com esse aumento dos admiradores, o seu valor de mercado foi cada vez aumentando mais, até que recentemente surgiu o assunto sobre a falsificação deste sal. Então, surgiram também alguns debates questionando se realmente ele é tão eficiente assim em relação ao impacto na saúde, confundindo ainda mais sobre a escolha do que consumir. Este sal é extraído das rochas, em minas na cordilheira do Himalaia. Sua composição é de 98 de cloreto de sódio, incluindo até outros 80 elementos, entre eles fósforo, magnésio, potássio, cálcio, zinco, cobre e ferro. A coloração do sal, que pode ir do vermelho ao rosa claro, se deve a concentração de alguns minerais e, quanto mais claro, maior é o seu grau de pureza. Sal rosa ou refinado: moderação sempre O que temos hoje é que não há nada conclusivo sobre benefícios ou malefícios à saúde. Sabe-se que em sais mais rosados, pode ser encontrado uma certa quantidade de elementos insolúveis, elementos que não são assimilados pelo organismo humano. Mas o fato do sal rosa do Himalaia possuir mais minerais que os demais sais não pode ser um ponto que o torne mais benéfico, pois essas quantidades são pequenas diante de nossa necessidade diária, ele não é uma fonte expressiva de nenhum dos elementos que carrega. Diante destes fatos, a recomendação atual para consumo do sal, tanto refinado quanto o sal integral, são as mesmas: sempre com moderação! Sendo importante o acompanhamento de um nutricionista para adequar ele em sua alimentação, afinal de contas, cada indivíduo tem a sua necessidade.   Fonte: https://bit.ly/2NC4XwZ 
 
Por que os cabelos caem durante a quimioterapia?
Quimioterapia é o nome que se dá a um grupo de medicamentos utilizados no tratamento do câncer. Existe um grande número destes, que são bastante diferentes entre si. Cada um é utilizado para uma doença específica. Eles agem em diferentes locais das células cancerígenas e têm também efeitos colaterais diversos. No entanto, existe um mecanismo de ação em comum a todas as drogas conhecidas com quimioterapia. A medicação age atacando as células que crescem e se multiplicam mais rapidamente, já que sua reprodução e multiplicação é ainda mais rápida em comparação às células normais do corpo, já que elas são mais afetadas pelos medicamentos. Contudo existem células normais do corpo que também se reproduzem rápido, e estas células são igualmente afetadas pela quimioterapia. Logo, efeitos colaterais nestas células também são esperados durante o tratamento. Um dos reflexos mais marcantes da quimioterapia é a queda de cabelos. Como os fios estão em constante crescimento, o tratamento pode afetar sua raiz, causando a queda. Este é um efeito que ocorre durante a quimioterapia vermelha, com a utilização de medicamentos como as antraciclinas, conhecidas como doxorrubicina e epirrubicina, os alquilantes, como a ciclofosfamida e os inibidores de topoisomerase, como o irinotecan. Outros medicamentos, como os taxanes, conhecidos como quimioterapia branca (docetaxel e paclitaxel), afetam a estrutura do fio de cabelo, tornando-os mais quebradiços e também causando sua queda. Por vezes, quando o processo é mais intenso, ou a pessoa mais sensível, pode haver queda de pelos corporais, e até mesmo cílios e sobrancelhas. No entanto, não são todas as drogas dessa classe que fazem os cabelos caírem. Existem aqueles considerados quimioterapia que causam pouca ou nenhuma queda de cabelo. São alguns exemplos a cisplatina, a fluorouracila (5FU), a capecitabina e a vinorelbina. Isto é uma regra geral, mas é importante notar que pode haver queda dos fios com qualquer medicamento dependendo da dose utilizada e da sensibilidade individual de cada pessoa. Outros tratamentos para o câncer também provocam queda dos cabelos? A radioterapia na região da cabeça é outro tratamento que causa queda dos fios. Em geral eles caem de maneira gradual, iniciando a partir do décimo dia após a quimioterapia. Em alguns casos a perda pode ser mais lenta, e por vezes nem todo o cabelo cai. Após duas semanas a um mês do fim do tratamento o cabelo volta a crescer normalmente na maioria das pessoas. Há ainda os medicamentos que podem ocasionar na alteração da cor dos cabelos, tornando-os mais claros. Isto ocorre com drogas que interferem no estímulo de crescimento das células e dos vasos sanguíneos como o sunitinib e outros medicamentos que inibem os receptores de crescimento derivado do epitélio (EGFR). Hoje existem técnicas que podem prevenir ou reduzir a perda dos fios durante o tratamento, em particular o uso de toucas geladas, conhecida tecnicamente como criopreservação do cabelo. O mecanismo dessa proteção seria relacionado ao frio como causa de contração dos vasos sanguíneos do couro cabeludo. Com isso menos medicamentos passam pela raiz, diminuindo a perda de cabelos. Este método é bastante eficaz quando se usa medicamentos que evitam a queda de cabelo. Porém quando é necessário um tratamento mais intenso, pode não ser tão útil. Alternativas interessantes são o uso de lenços, chapéus e perucas. Existem várias páginas, grupos de apoio e organizações não governamentais (ONGs) que podem ajudar pessoas que estão passando por um tratamento contra o câncer. Apesar de ser algo temporário, perder os cabelos pode ser uma experiência bastante traumática e complicada. Neste período é fundamental contar com o apoio de amigos e familiares, assim como da equipe médica. Conhecer os detalhes do seu tratamento, os efeitos colaterais e estar amparado pela família, amigos e equipe é sempre a melhor maneira de passar por este momento. Fonte: https://www.minhavida.com.br/saude/materias/33332-por-que-os-cabelo-caem-durante-a-quimioterapia
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