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O que causa câncer e quais seus sintomas e tratamentos
O que causa câncer? Ora, ele surge quando uma célula do corpo sofre um conjunto de mutações que a fazem se proliferar desordenadamente, invadir locais onde não deveria estar e escapar de mecanismos de defesa do organismo que a destruiriam. Esse crescimento descontrolado pode acontecer em diferentes áreas – pulmão, cólon, mama, cérebro, pele, ossos, nervos, estômago, intestino… Aos poucos, as células tumorais tomam o lugar das saudáveis e abalam o funcionamento do órgão afetado. Quando a doença avança, pode se espalhar pelo corpo, fenômeno conhecido como metástase. Aí o tratamento fica mais complexo. O desenvolvimento anormal da célula acontece por um defeito no DNA. Essas alterações podem ser herdadas dos pais, pipocar de modo espontâneo ou decorrer de agentes externos, como cigarro, vírus, exposição excessiva ao sol, obesidade e consumo de certos alimentos. Esses são os fatores cancerígenos. Essa doença pode atingir células sanguíneas (são os cânceres líquidos, assim por dizer) ou órgãos (os sólidos). No primeiro caso, por exemplo, enquadram-se as leucemias, que dão as caras na medula óssea – nossa fábrica de unidades sanguíneas – e os linfoma, formados nos gânglios linfáticos. Os tumores sólidos, por sua vez, englobam os sarcomas, que atingem músculos, ossos e cartilagens e são mais prevalentes em pessoas jovens. Ou os carcinomas, que atingem o tecido epitelial – que recobre a pele e a maioria dos órgãos – e são mais comuns com a avançar da idade. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), estima-se que, em 2018, ocorrerão no Brasil cerca de 600 mil novos casos de câncer. Sintomas e sinais – Nódulos – Dores – Lesões – Manchas – Coceira – Perda de peso – Fadiga – Febre frequente – Sangue nas fezes ou na urina (câncer anal ou de bexiga) – Rouquidão e dificuldade de fala (câncer de boca e garganta) – Tosse persistente e sangramento nas vias respiratórias (câncer de pulmão) – Anemia (leucemia) – Dificuldade para urinar ou fazer xixi diversas vezes por dia (câncer de próstata) – Confusão mental, distúrbios visuais, convulsões (câncer no cérebro) Dependendo da localização e da agressividade, os sintomas podem demorar mais a aparecer. Isso, claro, impacta na precocidade do diagnóstico e nas chances de sucesso do tratamento. Fora que esses sinais muitas vezes são confundidos com outros problemas de saúde – um indicativo de que podem sinalizar algo grave é o tempo. Ou seja, se o sintoma não tem motivo aparente e não desaparece após alguns dias, possivelmente está atrelado a alguma doença. Fatores de risco – Tabagismo – Excesso de ingestão de bebida alcoólica – Obesidade – Alimentação desregrada: por exemplo, o consumo excessivo de alimentos industrializados ou embutidos, com substâncias como nitritos e nitratos, favoreceria tumores – Sexo sem proteção – Exposição a poluentes ou substâncias tóxicas, como amianto, arsênio e níquel – Exposição prolongada aos raios solares sem proteção – Radiação – Remédios à base de hormônios – Idade: o risco de sofrer de câncer duplica a cada cinco anos após os 25 anos de idade – Infecções virais a exemplo de HPV e hepatite B – Doenças inflamatórias como colite ulcerativa – Herança genética A prevenção Embora o componente hereditário tenha participação importante no desenvolvimento de tumores, é possível se cercar de cuidados para reduzir o risco da doença. Evitar a exposição ao sol entre as 10 e as 16 horas, assim como passar protetor, diminui bastante a probabilidade de câncer de pele, por exemplo. Não fumar afasta inúmeros tumores, dos de pulmão aos de intestino. Maneirar no álcool resguarda a boca e a garganta. Já o HPV, responsável por praticamente todos os tumores de colo de útero, pode ser prevenido com uma simples vacina. Outras infecções cancerígenas, como a hepatite B, são preveníveis com uso de camisinha. A dieta também tem peso importante. Um cardápio equilibrado, com frutas, legumes e verduras, abastece o corpo de nutrientes antioxidantes, que formam uma barreira contra os radicais livres, moléculas que podem danificar o DNA e originar uma célula tumoral. Isso sem contar um considerável efeito indireto: quem opta por esse tipo de alimentação costuma ter mais facilidade em controlar o peso. E a obesidade promove processos inflamatórios e alteração dos níveis de certos hormônios, entre outras coisas que servem de estopim para a enfermidade. Para ter ideia, estudos apontam ainda que uma alimentação com baixo teor de gordura diminui o risco de aparecimento de tumores de mama, intestino e próstata. Por outro lado, comidas gordurosas, embutidos, produtos processados cheios de conservantes e açúcar demais devem ter seu consumo restrito. O diagnóstico O ideal é que o câncer seja flagrado antes mesmo de o paciente apresentar sintomas. Quanto mais cedo o problema for detectado e tratado, maiores as chances de ser contido. Pessoas com história de tumores malignos na família devem relatar esses casos ao médico. Para mulheres que tiveram mãe, tias ou avós com câncer de mama, por exemplo, o especialista poderá antecipar a solicitação de exames de ultrassom ou mamografia, em geral recomendado a partir dos 40 ou 50 anos de idade na população. E, independentemente do histórico familiar, o autoexame da mama é recomendado a partir dos 18 anos. O ideal é conversar com um profissional para checar qual o acompanhamento mais adequado no seu caso. Se alguma alteração for observada, o passo seguinte será a realização de exames específicos para cada tipo de suspeita: ultrassom, testes de sangue, de fezes, biópsias. De olho no diagnóstico precoce, os médicos costumam solicitar exames em consultas de rotina, a partir de determinada idade. Exemplo: acima dos 50 anos, homens e mulheres devem fazer exame para detecção de sangue de fezes, o que pode indicar câncer de intestino. O toque retal é indicado anualmente para homens a partir dos 50 anos – ou antes, em certas situações –, assim como o teste de sangue para medir o PSA, substância produzida pela próstata e que, em níveis elevados, sugere que a glândula sexual masculina está sob ameaça. E por aí vai. O tratamento A decisão sobre a estratégia de combate do câncer é complexa e envolve sua localização, o estágio da doença e as características moleculares dela. O próprio estado geral de saúde do paciente é importante, uma vez que certas medicações e os procedimentos podem provocar efeitos colaterais e abalar o organismo. Muitas vezes, a terapêutica envolve a combinação de diferentes estratégias: Quimioterapia O paciente recebe remédios, em geral injetáveis, dotados de alta toxicidade. Eles vagam pela circulação e atacam praticamente toda célula que se reproduz de forma rápida e desordenada. Mas, por essa mesma característica, o tratamento afeta também unidades saudáveis do corpo, gerando efeitos adversos como falha na imunidade, queda de cabelo, náusea, perda de apetite e de peso. Verdade que, hoje, as drogas são menos tóxicas do que antes e existem alternativas à disposição para controlar as reações indesejadas. A quimioterapia é feita em sessões distribuídas num período de tempo após o qual o paciente é reavaliado. A depender do resultado, novas rodadas podem ser indicadas. Radioterapia O método se vale de raios de alta energia capazes de matar as células que formam o tumor, reduzindo seu tamanho e evitando sua disseminação. Como é quase impossível focar esses raios apenas na área doente, eles acabam prejudicando células sadias. Atualmente, as máquinas emitem raios que contornam o tecido saudável sem atingi-lo em cheio. Com isso, lesões em órgãos próximos ao tumor são minimizadas ao mesmo tempo que a potência da radiação sobe, tornando o tratamento ainda mais letal contra a doença. Reações como lesões na pele, náusea e perda de peso também podem acontecer. Assim como na quimioterapia, o tratamento é feito em sessões por um determinado tempo, com reavaliações periódicas. Cirurgia Esse tipo de intervenção pode ser escolhido para dar cabo de tumores mais localizados. Por exemplo: um câncer em estágio inicial nas mamas ou na próstata. Com o bisturi, o médico extrai a área afetada pela doença. O paciente é acompanhado meses depois a fim de comprovar que não existem mais resquícios do problema. E talvez tome remédios para destruir eventuais células malignas escondidas. Com o avanço tecnológico, hoje tumores como os de próstata já são extirpados em cirurgias guiadas por robôs. Também é possível que a cirurgia entre em cena para reduzir os estragos de um tumor já espalhado pelo organismo. Terapia-alvo Em resumo, são uma espécie de míssil teleguiado. Em vez de atacar o corpo todo, como a químio, esses remédios miram características únicas do câncer, impedindo que ele se prolifere ou matando-o de fome, assim por dizer. Como se focam em alterações específicas, muitas vezes é necessário checar, por meio de exames laboratoriais, se o tumor do paciente em questão apresenta essas particularidades ou não. O desenvolvimento desse arsenal terapêutico acelerou muito o que se chama de individualização do tratamento oncológico. Imunoterapia A ideia é fazer com que o próprio sistema imune da pessoa seja capaz de reconhecer e atacar o tumor. O tratamento é feito com moléculas que instigam o nosso próprio sistema imunológico a reconhecer e atacar a doença. Nos últimos anos, ela tem ganhado cada vez mais importância na oncologia. Hoje, já é usada contra cânceres de pele, rim, pulmão e por aí vai.
 
Especialistas tiram 6 dúvidas sobre automedicação
Conheça mitos e verdades sobre o processo de automedicação   "A automedicação é o consumo de medicamentos sem prescrição médica, contudo, essa prática deve ser sempre evitada", disse Alexandra Raffaini, anestesiologista da Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor. Por que nem sempre é bom se automedicar Segundo o clínico geral Eduardo Finger, o medicamento não é uma bala mágica e, raramente, faz só aquilo a que se destina. "A medicação altera o funcionamento de diversos órgãos, em maior ou menor grau", indica. Além disso, a anestesiologista afirma que tomar medicamentos sem recomendação médica pode ser muito prejudicial a saúde por diversos motivos, como mascarar a doença dificultando o diagnóstico e tratamento precoce, pode expor o paciente a efeitos colaterais indesejados, a interações medicamentosas, agravar algum problema prévio de saúde além de propiciar a administração de maneira inadequada. "O funcionamento do medicamento não depende só de seu consumo, mas também do volume no qual irá se distribuir, como, por exemplo, a quantidade de gordura do organismo, massa corporal total, a intensidade com que o sangue é filtrado pelos rins ou fígado, se ele é ingerido por via oral, tópico ou nasal, a intensidade do metabolismo e as particularidades genéticas de cada pessoa", disse Eduardo Finger. Embora a automedicação não seja indicada pela maioria dos médicos, ainda existem muitas incertezas sobre o tema. Acabe com suas dúvidas sobre o assunto conhecendo um pouco mais sobre a automedicação: 1- Quando eu posso me automedicar? De acordo com Eduardo Finger não existe nenhum medicamento que não seja nocivo. Portanto, a administração eficaz de um medicamento depende de uma avaliação muito mais extensa do que simplesmente o que consta na bula. "O paciente leigo absolutamente não está qualificado a fazê-lo, pois ao se automedicar, ele se submetendo a um risco, eventualmente sem a contrapartida de qualquer benefício", afirma. Para Alexandra Raffaini, o uso de alguns fármacos sem orientação médica pode também expor o indivíduo ao vício. Portanto, é necessário muito cuidado ao se automedicar. 2- Eu sempre preciso falar com um médico antes de tomar um remédio pela primeira vez? Segundo a clínica geral Andrea Mychelayne, a automedicação nunca é indicada, especialmente pela primeira vez ao tomar o medicamento. Isso porque é possível desenvolver processos reacionais, alergias. "Devemos sempre ter a orientação médica antes de iniciarmos medicamentos. Saber a posologia adequada para seu uso, a duração do tratamento, a melhor maneira de administrá-lo. Muitos remédios tem horário específico em que deve ser tomados, tem sua absorção alterada quando administrado junto às refeições ou com determinados alimentos. Deve-se ter conhecimento sobre os possíveis efeitos colaterais e se há interações com as outras medicações que faz uso", esclarece Alexandra Raffaini. 3- Que remédios eu posso tomar por conta própria? E quais não posso? Há alguns medicamentos que oferecem uma margem menor de risco, quando consumidos por indivíduos já avaliados, sem nenhuma deficiência nas funções orgânicas, por exemplo alguns anti-histamínicos ou antiácidos. "Quando existe alguma febre que não seja muito alta, uma cólica, um resfriado a pessoa pode administrar um anti térmico, você pode administrar um analgésico, mas caso os sintomas persistam o ideal é suspender o medicamento e procurar ajuda médica. Portanto, só é indicado para sintomas mais básicos e que não persistam por muito tempo", afirma Andrea Mychelayne. Contudo, existem medicamentos que são totalmente contra indicados para automedicação, como os antiinflamatórios não hormonais. "Os antiinflamatórios não hormonais (AINH), consumidos em larga escala, oferecem diversos riscos e devem ser monitorados com mais cuidado, por exemplo, eles têm o potencial de lesar a mucosa gástrica, ao mesmo tempo que alteram a eficácia das plaquetas e, por isso, são causa importante de sangramento digestivo grave", revela o clínico geral Eduardo Finger. 4- Eu posso aumentar a dosagem do meu remédio sozinho? Toda medicação necessita de monitoramento de um especialista. O especialista Eduardo Finger explica que uma medicação é classificada como segura quando a maioria da população a tolera dentro de parâmetros administráveis, no entanto, isto não quer dizer que numa base individual ela seja segura. "Cada pessoa é única e reage de modo único, portanto, se surge algo durante o tratamento com uma medicação, é importante saber se isto é esperado ou não. Aumentar a medicação em situações assim pode pôr o risco associado a seu consumo num patamar inaceitável, então, deixar este julgamento para o paciente é perigoso", disse. De acordo com a Alexandra Raffaini, o aumento da dosagem da medicação muitas vezes vem acompanhado do aumento dos efeitos colaterais, assim o aumento dos fármacos devem ser sempre realizados em conjunto com o médico. 5- Eu posso misturar o consumo de medicamentos ou isso pode trazer riscos? Segundo Andrea Mychelayne, misturar classes de medicamentos ou misturar medicamentos com bebidas não é aconselhável, pois poderá aumentar os efeitos colaterais do remédio. "O consumo de diversas medicações sem o consentimento médico traz risco à saúde visto que uma medicação pode potencializar ou diminuir efeito de outra, pode também potencializar efeitos adversos", completa a Alexandra Raffaini. 6- Se eu começar a apresentar algum efeito colateral, o que preciso fazer? Todos os especialistas indicam que aos primeiros sinais de efeitos colaterais é essencial procurar ajuda médica, para entender melhor o quadro.   http://www.minhavida.com.br/saude/materias/32733-especialistas-tiram-6-duvidas-sobre-automedicacao
 
Dislexia tem cura? Entenda mais sobre o transtorno
Trocar a letra "D" pela "T", confundir palavras e escrever de forma invertida são apenas alguns dos sintomas da dislexia.   A dislexia é um transtorno de aprendizagem que se caracteriza por dificuldades na aquisição e fluência da leitura e escrita e os sintomas variam de acordo com os graus desse transtorno. O disléxico tem dificuldade em associar o som ao sinal gráfico da palavra, desta forma tende a confundir direita com esquerda, a escrever de forma invertida ("dado" pode virar "adod"), omitir sílabas, a confundir palavras. O déficit no processamento fonológico é outra característica predominante nos indivíduos que são diagnosticados com esse transtorno. As causas exatas da dislexia ainda não estão completamente claras, porém estudos com neuroimagem demonstram que há diferenças no desenvolvimento e funcionamento cerebral. Também há forte indicativo de componente genético, uma vez que os estudos clínicos indicam que mais de 50 das crianças com dislexia têm pais e irmãos com o mesmo transtorno. Assim sendo, a presença de pai ou irmão com dislexia aumenta a probabilidade de ocorrência do transtorno. No Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais - DSM-5, a dislexia está inserida dentro de uma categoria mais ampla, denominada de "Transtornos do Neurodesenvolvimento", sendo referida como "Transtorno Específico de Aprendizagem". Sintomas da dislexia Segundo o manual, o seu diagnóstico é feito logo após a fase de alfabetização ser concluída e requer a identificação de pelo menos um dos seguintes sintomas: Leitura de palavras é feita de forma imprecisa ou lenta, demandando muito esforço. A criança pode, por exemplo, ler palavras isoladas em voz alta, de forma incorreta (ou lenta e hesitante); frequentemente, tenta adivinhar as palavras e tem dificuldade para soletrá-las; Dificuldade para compreender o sentido do que é lido. Pode realizar leitura com precisão, porém não compreende a sequência, as relações, as inferências ou os sentidos mais profundos do que é lido; Dificuldade na ortografia, sendo identificado, por exemplo, adição, omissão ou substituição de vogais e/ou consoantes; Dificuldade com a expressão escrita, podendo ser identificados múltiplos erros de gramática ou pontuação nas frases; emprego ou organização inadequada de parágrafos; expressão escrita das ideias sem clareza. Entretanto, a simples presença de um ou mais sintomas não significa que a criança tenha dislexia, uma vez que estes também podem ser decorrentes de outros fatores como: deficiência (intelectual e sensorial, por exemplo), outros distúrbios de aprendizado, síndromes neurológicas diversas, transtornos psiquiátricos, problemas emocionais e fatores de ordem socioambiental (pedagógico, por exemplo).   http://www.minhavida.com.br/saude/materias/32778-dislexia-tem-cura-entenda-mais-sobre-o-transtorno
 
PÁSCOA 2018
IMPRIMA E PINTE Abaixo temos algumas ilustrações que você pode se divertir imprimindo e pintando.Toda a família pode brincar. APROVEITE!
 
Autismo
O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social. O autismo, assim como a Síndrome de Asperger, foi incorporado a um novo termo médico e englobador, chamado de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Com essa nova definição, a Síndrome de Asperger passa a ser considerada, portanto, uma forma mais branda de autismo. Dessa forma, os pacientes são diagnosticados apenas em graus de comprometimento. O Transtorno do Espectro Autista é definido pela presença de “Déficits persistentes na comunicação social e na interação social em múltiplos contextos, atualmente ou por história prévia”. Causas As causas do autismo ainda são desconhecidas, mas a pesquisa na área é cada vez mais intensa. Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genética e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno. De acordo com a Associação Médica Americana, as chances de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores exógenos, como o ambiente de criação. De qualquer maneira, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas. Quanto aos fatores externos que possam contribuir para o surgimento do transtorno estão a poluição do ar, complicações durante a gravidez, infecções causadas por vírus, alterações no trato digestório, contaminação por mercúrio e sensibilidade a vacinas. Sintomas de Autismo A maioria dos pais de crianças com autismo suspeita que algo está errado antes de a criança completar 18 meses de idade e busca ajuda antes que ela atinja 2 anos. As crianças com autismo normalmente têm dificuldade em: Brincar de faz de conta Interações sociais Comunicação verbal e não verbal Algumas crianças com autismo parecem normais antes de um ou dois anos, mas de repente "regridem" e perdem as habilidades linguísticas ou sociais que adquiriram anteriormente. Esse tipo de autismo é chamado de autismo regressivo. Uma pessoa com autismo pode: Ter visão, audição, tato, olfato ou paladar excessivamente sensíveis (por exemplo, eles podem se recusar a usar roupas "que dão coceira" e ficam angustiados se são forçados a usá-las) Ter uma alteração emocional anormal quando há alguma mudança na rotina Fazer movimentos corporais repetitivos Demonstrar apego anormal aos objetos. Os sintomas do autismo podem variar de moderados a graves. É provável que um pediatra consiga fazer o diagnóstico de autismo, analisando os sintomas. No entanto, você pode ser encaminhado para um centro especializado em que equipe multidisciplinar avaliará a criança. Autismo tem cura? Não há cura para o autismo. No entanto, existe uma série de métodos de habilitação de aprendizagem e desenvolvimento para que as pessoas com espectro de autismo tenham uma boa qualidade de vida. Prevenção Não há uma fórmula correta para prevenir o autismo, mas estudos recentes mostram que o papel da herança genética para o desenvolvimento do transtorno não é tão grande como se supunha. Os genes desempenham 50 das chances de uma criança vir a ter autismo. Ou seja, em pelo menos metade dos casos não há muito o que fazer contra a genética humana. Mas os outros 50 correspondem a fatores externos, muito relacionados ao ambiente em que a criança cresce e a hábitos comportamentais. Isso abre um campo enorme de pesquisa, especialmente no que diz respeito à prevenção do autismo. Fonte: www.minhavida.com.br
 
Bruxismo: confira as opções de tratamento
Tratamentos mecânicos são fundamentais para reduzir o condicionamento de ranger os dentes O bruxismo é um problema comum, que acomete 20 das pessoas no Brasil, e consiste no reflexo de ranger os dentes de forma involuntária. "A força empregada nesse movimento pode causar sintomas como dor na articulação temporo-mandibular (ATM) e nos dentes e que pode se espalhar para a face, pescoço e cabeça, além do aumento do volume do músculo envolvido na mastigação", explica o odontologista Artur Cerri, consultor científico da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas (ABCD). O diagnóstico desse transtorno, no entanto, nem sempre é fácil. De acordo com Cerri, o ranger ocorre normalmente a noite, já que durante o dia a pessoa está constantemente usando a boca para falar, comer e outras atividades. Nesses casos, o paciente chega primeiro com a dor, e o bruxismo acaba sendo uma hipótese levantada depois de várias outras serem descartadas. "É muito comum o parceiro detectar isso quando dorme com a pessoa que tem bruxismo", considera o especialista. Depois que o problema é identificado, as opções de tratamento variam pouco. "O mais importante é avaliar a condição dos dentes e do esmalte", considera a odontologista Alessandra Rodrigues, dentista da Sorridents e do Instituto Sorridents. Para Cerri, o foco principal dos tratamentos está em tirar o condicionamento de ranger os dentes, o que é feito de formas diferentes nos tratamentos. Entenda melhor como cada tratamento contra bruxismo funciona: Placas dentárias As placas dentárias são feitas sob medida para os dentes, normalmente confeccionadas com acrílico ou silicone. As placas ficam posicionadas em torno dos dentes de cima ou embaixo e são feitas a partir de um molde da boca do paciente... "Elas atuam amenizando a dor do paciente e evitando que os dentes se desgastem ou até mesmo quebrem", considera Alessandra. No entanto, para Cerri sua ação mais importante é quebrar o condicionamento da pessoa de atritar os dentes, por ficar entre eles. "Quando o dente encosta na superfície de acrílico ou silicone a sensação é diferente do atrito com outro dente. Esse estranhamento bloqueia o reflexo de fricção", explica o especialista. Os pacientes normalmente se adaptam bem às placas, mas a duração do tratamento é indefinida e normalmente mensurada em longo prazo. "Nesse meio tempo, é preciso que a pessoa higienize os dentes e a placa adequadamente, além de evitar perda ou quebra do material, que precisa ser usado toda noite", considera Artur Cerri. Toxina botulínica Quando o paciente não se adapta ao tratamento com as placas dentárias, uma segunda opção é o tratamento com a toxina botulínica (conhecida popularmente como botox). "A substância atua reduzindo a força muscular. No caso do bruxismo, ela é aplicada no masseter, o principal músculo da ATM. Sem essa força, ele não consegue friccionar os dentes com a antiga força, o que descondiciona o paciente", explica Cerri. O efeito da toxina botulínica dura de quatro a seis meses. Depois disso, o paciente é reavaliado e pode ter a substância reaplicada, caso ele continue rangendo os dentes sem ela. Tratamento para ansiedade Além desses tratamentos, é muito importante que o paciente busque tratar a causa do seu bruxismo, que normalmente está relacionado à ansiedade. Nesses casos, o odontologista costuma sugerir um acompanhamento psicológico ao paciente. "No entanto, é importante lembrar que sem o tratamento efetivo dos dentes, seja com a placa ou com a toxina botulínica, o paciente não apresentará melhora e pode prejudicar a estrutura de seus dentes", considera Cerri.
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