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Abscesso cerebral pode deixar sequelas: entenda a condição
Veja quais os sinais, como diagnosticar e como é feito o tratamento para abscesso cerebral O abscesso cerebral é o foco de uma infecção delimitada e fechada no cérebro. As principais causas desta infecção são bactérias, microbactérias e protozoários, que podem ser múltiplas ou únicas, além de terem tamanhos variados. Como em outros problemas no sistema nervoso, os sintomas como convulsões, dores de cabeça, alteração na motricidade, sensibilidade e cognição podem ser sinais de abscesso cerebral, acompanhados ou não de febre, podendo variar de acordo com o caso. Além disso, é possível também haver sonolência e, em casos extremos, comprometimento da consciência ou de funções vitais controladas pelo cérebro, como a respiração. Diagnóstico O diagnóstico do abscesso cerebral é feito por exames de imagem como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que ajudam na visualização das lesões e encontrar precisamente sua localização, tamanho e se causam sofrimento ao tecido cerebral ao seu redor. É importante ainda determinar se há outras doenças associadas que possam ter contribuído para o aparecimento dos abscessos: infecções nas valvas cardíacas (endocardite), por exemplo, podem levar abscessos a locais distantes, inclusive cérebro. Por afetar o cérebro, a doença pode se agravar com possíveis sequelas neurológicas ou, em casos mais graves, apesar de existirem também pacientes que não desenvolvem nenhum tipo de sequelas. Tratamento O tratamento escolhido e sua duração dependem do agente que causa o abscesso, da sua localização, tamanho e se o abscesso foi drenado cirurgicamente. Além do tratamento específico pode ser necessário o uso de corticoides para diminuir a inflamação e o edema. A cirurgia para drenagem dos abscessos pode ser útil para o tratamento de abscessos bacterianos maiores, e sua indicação deve ser discutida caso a caso. É uma doença grave, que requer tratamento longo, mas com grande potencial de cura.
 
Talassemia: campanha quer estimular diagnóstico de doença rara
Mês de maio é dedicado à conscientização da doença, que pode precisar de tratamento por toda a vida Você sabe o que é talassemia? O nome pode ser desconhecido, mas, acredite, é importante saber um pouco mais sobre essa doença. A talassemia é caracterizada por uma anemia crônica e hereditária que possui três classificações: beta menor, beta intermediária e beta maior. Pensando na importância de estimular o diagnóstico correto da doença, durante todo o mês de maio, a Associação Brasileira de Talassemia (ABRASTA) promove a campanha "Um traço desconhecido", que alerta a população sobre a existência da condição, os tipos e os exames preventivos. Foto: Divulgação/Abrasta  Entenda a doença No Brasil há, pelo menos, 2,7 milhões de pessoas diagnosticadas com o beta menor. Os portadores da talassemia menor apresentam anemia leve, sem sintomas e são o único grupo que não precisa fazer tratamento. A talassemia beta menor não é considerada uma doença, mas sim uma característica genética, ou seja, não é causada por falta de ferro, vitaminas e minerais no sangue, mas por uma falha genética que leva à má formação da hemoglobina, proteína encontrada nas células vermelhas. A hemoglobina é fundamental para o organismo, pois é responsável pelo transporte do oxigênio a todas as células, tecidos e órgãos. Pessoas com talassemia maior apresentam anemia severa. Este é o tipo mais grave da doença, mas com o tratamento adequado, que varia de acordo com o grau da doença, mas pode envolver transfusões de sangue, suplementação de ácido fólico e medicamentos que ajudam o organismo a produzir hemoglobina, o paciente pode levar uma vida normal. Justamente para estimular o diagnóstico e, se preciso, o tratamento médico correto da talassemia, é importante conhecer a doença e fazer exames médicos. Para identificar a condição genética, o médico pode solicitar a eletroforese de hemoglobina, que se trata de um exame de sangue simples, realizado em laboratórios, inclusive de hospitais públicos e de postos de saúde.
 
Vacina da gripe em 2018: esclareça 6 dúvidas sobre a imunização contra a doença
Febre alta, dores pelo corpo, coriza, tosse seca, dor de garganta e cabeça pesada. Algum desses sintomas parece familiar? Eles não são incomuns e podem indicar uma doença bastante conhecida: a gripe, que também recebe o nome de influenza. Gripe é uma infecção viral transmitida com muita facilidade de pessoa para pessoa através de secreções respiratórias. Contrair a doença não é raro, mas é possível se prevenir e evitar a gripe e suas complicações. A vacina é a melhor forma de prevenir a gripe e é 100 segura. A campanha de vacinação contra a gripe, do Ministério da Saúde, vai até 1º de junho e tem como objetivo diminuir o impacto da doença no país por meio da imunização, priorizando os grupos de risco. Neste ano, a população será imunizada com uma versão atualizada da vacina contra a gripe, já que os causadores da infecção sofrem mutações frequentes. Os vírus que foram incluídos na vacina de 2018 são: H1N1, o H3N2 e o influenza do tipo B Yamagata, que estão em circulação no hemisfério Sul. Entre para o time da saúde. Vacine-se contra a gripe e fique protegido. Procure uma Unidade de Saúde e leve a caderneta de vacinação. Principais dúvidas Ao contrário do que muita gente pensa, a vacina não oferece nenhum perigo à saúde e também não causa gripe. Confira as dúvidas mais comuns sobre a gripe e saiba como se prevenir contra a doença. 1 - Quem precisa tomar a vacina? O foco da campanha está nos grupos de risco, ou seja, pessoas que estão mais vulneráveis aos sintomas da gripe e possíveis complicações, além daquelas que trabalham na área da saúde. Entre elas, poderão tomar a vacina gratuitamente: pessoas com mais de 60 anos, pessoas com doenças crônicas (que precisam levar a receita médica), indígenas, gestantes e mães no pós-parto, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, pessoas com condições clínicas especiais, professores das redes pública e particular e profissionais da saúde. 2 - Preciso tomar a vacina de novo? Sim. Isso acontece porque os agentes virais responsáveis por diferentes tipos de gripe sofrem mutações ao longo de um ano, o que torna fundamental a atualização da vacina com novas cepas virais inativadas, principalmente aquelas que estão em circulação no período da vacinação. A vacina gratuita é trivalente e conta com proteção para três subtipos de vírus: H1N1, o H3N2 e influenza do tipo B Yamagata. 3 - Haverá um dia de mobilização nacional para vacinação contra a gripe? Sim. O Dia D da campanha de vacinação contra a influenza acontecerá no dia 12 de maio, com mobilização nacional para promover a imunização de todas as pessoas que estão nos grupos de risco. Nesta data haverá intensificação da campanha, com a abertura de postos de vacinação de rotina e móveis, além de veículos terrestres, marítimos e fluviais, para alcançar ainda mais pessoas, espalhadas por todo o Brasil. Não esqueça de levar a caderneta de vacinação com você. 4 - A vacina pode causar gripe? Isso não é verdade. A vacina contra a gripe é produzida a partir de cepas virais inativadas, ou seja, com o vírus da gripe já morto. Por isso, a vacina não causa gripe ou qualquer outro problema de saúde, já que ela não apresenta nenhum risco à população. Também é importante ressaltar que, no caso das gestantes, a vacina não faz mal para os bebês. Pelo contrário. É muito importante a vacinação das grávidas, pois quando a mãe é vacinada o bebê também fica protegido. 5 - A vacina provoca alguma reação adversa? É raro, mas a vacina pode provocar uma leve reação adversa na região da injeção, com sintomas como vermelhidão, dor e endurecimento da pele. As manifestações são benignas e costumam passar algumas horas após a vacinação. 6 - É possível evitar a gripe? Apesar de ser uma doença de alta transmissibilidade, alguns cuidados podem ajudar na prevenção. O primeiro é estar com a vacinação contra a gripe em dia, principalmente se você estiver incluído no grupo de risco. A vacina é a forma mais eficaz de se proteger da gripe, mas não é a única atitude indicada na luta contra a doença. É importante lavar e higienizar as mãos com frequência; não compartilhar objetos de uso pessoal (como copos, garrafas e talheres); evitar tocar mucosas dos olhos, boca e nariz; beber bastante água e se alimentar bem; manter a casa arejada e, por fim, evitar o contato com pessoas infectadas.
 
Estudo mostra que os mais velhos têm maior estresse no trabalho
Pesquisa conduzida pela Universidade de Portland mostra que uma maior autonomia profissional é capaz de reduzir os níveis de estresse A rotina profissional pode se tornar estressante por diversos fatores, seja pelo horário que acordamos para trabalhar, pelo trânsito que enfrentamos para chegar ao local desejado, ou então pelas nossas funções, que podem nos causar exaustão física ou psicológica. Estes motivos afetam a todos, mas segundo um estudo publicado no periódico Vocational Behavior, pessoas mais velhas podem ser as maiores vítimas desse estresse. Isto porque a falta de assistência e de recursos no ambiente de trabalho causam uma grande preocupação e desconforto, que são sentidos com maior intensidade por pessoas que tem maior idade. A equipe de pesquisa foi composta por nomes como Lale Yaldiz, PhD em Psicologia industrial e organizacional, e contou com os professores Donald Truxillo, Leslie Hammer e Tod Bodner, que lecionam na Universidade de Portland. Como o estudo foi feito Foram analisados 243 funcionários públicos de 24 a 64 anos de idade, durante um ano. Por meio de questionários e testes psicológicos, que levaram em consideração fatores como a satisfação dessas pessoas no ambiente de trabalho, chegou-se a algumas conclusões: Tanto jovens quanto os mais velhos, tiveram seus níveis de estresse reduzidos quando tinham maior autonomia profissional, melhores relacionamentos com seus chefes e sentiam que eram respeitados e tratados de forma justa pelos seus colegas de trabalho. Porém, quando há falta de recursos no ambiente profissional, as pessoas mais velhas tiveram seus níveis de estresse ampliados, de maneira que foram posicionadas em condições psicológicas negativas em comparação aos mais jovens quando questionados se sentiam afetados com esse problema específico. Indivíduos com idade mais avançada tendem a priorizar necessidades emocionais e se importam em ter interações sociais profundas, o que os faz dar preferência em serem mentores de seus colegas de trabalhos da mesma idade, já que funcionários mais jovens têm foco em ganhar as habilidades necessárias para avançar em suas carreiras rapidamente. Conclusões "Há direitos que deveriam ser dados a todos funcionários, principalmente aos mais velhos" diz Truxillo em entrevista ao periódico. "Recursos que levem em consideração as diferentes idades dentro de um ambiente de trabalho deveriam ser levadas em consideração". As descobertas reiteram a ideia de que funcionários mais velhos valorizam ainda mais a autonomia e um ambiente de trabalho acolhedor, porque esses dois fatores fazem com que eles se adaptem melhor às mudanças físicas e psicológicas que vêm com o envelhecimento. Os autores do estudo dizem que essa descoberta é importante, já que o número de funcionários que têm 55 anos de idade ou mais continua crescendo. Estipula-se que trabalhadores nessa faixa etária irão compor cerca de um quarto de todo mercado profissional até 2020. Quais atitudes as empresas devem tomar O estudo lista algumas recomendações a serem seguidas pelas empresas para melhorar a qualidade de vida desses funcionários: Ao invés de sempre exigir que os funcionários completem tarefas de um jeito pré-determinado, dê a eles, quando possível, flexibilidade para utilizar suas diferentes habilidades e experiências para realizar algo Treine supervisores para ter habilidades de liderança que enfatizem a criação de fortes laços com seus funcionários, para que eles se sintam confiantes e valiosos, porque eles realmente são As organizações devem ser transparentes em relação à forma que as decisões são tomadas, valorizando as ideias dos funcionários na hora de fazer escolhas. Focar apenas em resultados, ignorando as condições de quem trabalha para fazer com que objetivos sejam alcançados, traz maus resultados e acaba custando caro. Não focar no bem-estar das pessoas, traz ganhos à curto prazo, e perdas muito maiores a longo prazo.
 
O que fazer quando o dente quebra? Especialista dá dicas
Veja o que fazer durante o desespero e siga algumas atitudes podem ajudar na restauração dos dentes Quebrar o dente é um trauma muito grande e o momento em que isso acontece pode ser desesperador para maioria das pessoas. A primeira coisa a fazer quando um dente quebra é manter a calma e procurar o pedaço quebrado. Muitas vezes é possível colar o fragmento e o resultado fica quase invisível. Ao notar que parte do dente quebrou é essencial procurar pelo pedaço quebrado e mantê-lo hidratado numa solução de pH neutro que pode ser o leite ou soro fisiológico. Caso o local esteja sangrando e doendo muito, você pode enxaguar com um enxaguante bucal. Se houver um corte e sangramento, deve remover fragmentos e sujeira e comprimir a região com uma gaze umedecida em enxaguante bucal ou clorexidina a 2 Além disso, é indicado colocar gelo no local se estiver com muita dor, pois ele provocará a contração dos vasos sanguíneos e assim diminuir o sangramento e o edema. Em seguida, você deve procurar um dentista o mais rápido possível. O modo de recuperar o dente vai depender da extensão da fratura, geralmente é feito uma colagem do fragmento, com uma restauração ou com uma prótese. Apenas nos casos em que a raiz sofrer uma fratura longitudinal (no sentido do comprimento) é que para recuperar serão necessários um implante e uma coroa sobre o implante. Perdi o pedaço do dente quebrado, e agora? Se o fragmento não for encontrado, será possível fazer a restauração com material apropriado da cor e formato do dente. É um trabalho de arte e o resultado, normalmente, fica muito bom, quase imperceptível.       Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/32822-o-que-fazer-quando-o-dente-quebra-especialista-da-dicas
 
Gripe: por que os idosos devem tomar a vacina
Estamos nos aproximando do inverno e a expectativa é que este ano as temperaturas oscilem entre 14ºC e 26ºC.  Até aí você pode perguntar: ok, mas ainda estamos em pleno outono, por que pensar agora sobre a baixa da temperatura e a gripe? Sim, o inverno começa oficialmente no Brasil no dia 21 de junho, mas precisamos estar com o organismo preparado antes disso. É que o corpo requer um tempo para criar uma resposta imunológica após a vacinação. No caso da vacina contra a gripe, esse tempo é de quatro semanas. Portanto, é no outono que devemos nos imunizar para chegar bem, do ponto de vista imunológico, ao inverno. No Brasil, a campanha nacional de vacinação promovida pelo Ministério da Saúde começou dia 23 de abril, estrategicamente para preparar nossas defesas antes de o clima esfriar e ser aberta a temporada do influenza, o vírus da gripe. Para entender melhor a importância da vacina no contexto do avançar da idade, quero falar com vocês sobre um fenômeno chamado “imunoscenessência”. Ele consiste em mudanças pelas quais o sistema imunológico passa conforme envelhecemos e está intimamente relacionado com a capacidade de o organismo se proteger de infecções, tumores e doenças autoimunes. Em outras palavras, com os anos há um declínio natural da imunidade. Ressalto, contudo, que isso não deve ser entendido como “imunossupressão”, ou seja, não ficamos com deficiências imunológicas por causa do envelhecimento. Por outro lado, precisamos, sim, elevar nossa proteção com os imunizantes. A vacinação é certamente a medida mais eficaz para conter vírus como os influenzas H1N1, H3N2 — a nova e preocupante versão, responsável por infectar pelo menos 47 mil pessoas no Hemisfério Norte — e o tipo B. Ainda que seja fundamental os idosos se vacinarem, a adesão a essa estratégia ainda é baixa. Isso se deve a múltiplos fatores, entre eles o desconhecimento sobre a produção e os benefícios da vacina. Ela é feita a partir do vírus influenza inativo (morto), o que significa que é incapaz de causar a gripe. Os efeitos adversos que podem ocorrer tendem a se restringir ao local da aplicação. O ponto principal é que diversos estudos consideram a vacina como “pedra angular” na prevenção da infecção pelo influenza, quadro associado a muitas complicações por trás de hospitalização e morte. Pessoas acima dos 60 anos também ficam mais bem protegidas quando familiares e demais indivíduos do seu convívio estão imunizados — e isso independente do tipo de infecção. A isso se dá o nome de “imunidade de rebanho”, situação que diminui a circulação dos agentes infecciosos e o número de doentes. Outro aspecto relevante da vacinação contra a gripe é o fato de ela resguardar os idosos de complicações nem sempre associadas à infecção, caso de ataques cardíacos e derrames, conforme demonstra um estudo publicado no European Respiratory Journal. O risco de desenvolver tais eventos é seis vezes maior nas pessoas mais velhas que apresentam doenças infectocontagiosas. Se você é idoso ou tem alguém na família com mais de 60 anos, está na hora de tomar a vacina. Apenas os indivíduos que possuem alergia ao ovo (usado na fabricação do imunizante) ou alguma contraindicação médica bem definida podem se isentar dela. Procure sempre conversar com seu médico. Lembro que a imunização contra a gripe deve ser realizada anualmente. Isso porque a cada ano muda a formulação da vacina para que ela possa cobrir e combater as novas cepas de vírus circulantes — H1N1, H3N2 e tipo B no ano de 2018. A gripe pode matar. Não espere o inverno chegar para cuidar da saúde. Para chegar bem, a prevenção começa já! Fonte: https://saude.abril.com.br/blog/chegue-bem/gripe-por-que-os-idosos-devem-tomar-a-vacina/
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