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Notícias

 
Horário de verão termina neste domingo
Moradores de 10 estados e DF devem atrasar o relógio em 1 hora Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, acaba na primeira hora deste domingo (18). À meia-noite entre sábado e domingo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora. O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal). Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora "atrasado" em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás. Economia de energia O horário de verão foi instituído com o objetivo de economizar energia no país em função do maior aproveitamento do período de luz solar. A medida foi usada pela primeira vez em 1931 e depois em outros anos, sem regularidade. Em 2008, ganhou caráter permanente e passou a vigorar do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte. O governo federal chegou a avaliar o fim do horário de verão neste ano, depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia indicou que o programa vem  perdendo efetividade. A análise mostrou que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário, com picos nas horas mais quentes do dia. Porém, o Brasil enfrenta um período de estiagem, com hidrelétricas com níveis de água reduzidos, o que vem obrigando o governo a ligar as termelétricas (de operação mais cara) e até mesmo a importar energia de outros países. Começa mais tarde O presidente Michel Temer acabou editando um decreto que reduz a duração do horário de verão, e não o elimina. Assim, neste ano, ele começará em 4 de novembro, um fim de semana após o segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro. A mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito. Um dos exemplos citados pelo tribunal foi o Acre, onde as urnas são fechadas três horas depois de a contagem de votos já ter sido iniciada nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste.   Fonte: https://g1.globo.com/economia/noticia/horario-de-verao-termina-neste-domingo-moradores-de-10-estados-e-df-devem-atrasar-o-relogio-em-1-hora.ghtml
 
Pesquisa mostra riqueza nutricional do bagaço de frutas cítricas
Cálcio, ferro e magnésio foram os minerais mais encontrados no bagaço da laranja e do limão Cem gramas de resíduos secos — como são chamados cientificamente os bagaços — fornecem, respectivamente, 68, 35 e 83 da ingestão diária recomendada de cálcio, ferro e magnésio. É o que revela pesquisa divulgada hoje pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo, sobre o bagaço de frutas cítricas, em especial da laranja pera, laranja hamlin, limão taiti e limão siciliano, fundamentais para o bom funcionamento do organismo. Segundo o estudo, conduzido pela engenheira de alimentos Joyce Grazielle Siqueira Silva, é possível absorver parte significativa das quantidades diárias desses três nutrientes apenas com  essa quantidade de bagaço. Para a avaliação da bio acessibilidade foi feita a simulação em laboratório do que acontece no processo digestivo, reproduzindo as condições do estômago e do intestino em termos de pH, presença de enzimas e temperatura, com vistas a saber que quantidades dos quatro elementos quantificados no bagaço se transferem dele para a fase líquida durante o processo gastrointestinal. É na forma solúvel que os elementos se credenciam a serem absorvidos pelo organismo, já que os que permanecem na fase sólida provavelmente serão eliminados, Os resultados encontrados mostraram que cálcio, ferro e magnésio têm grande potencialidade de serem absorvidos pelo organismo. Mas restava saber em que proporção isso efetivamente acontece. Os resíduos cítricos podem vir a ser utilizados em formulações industriais de bolos, sorvetes, barras de cereais, contribuindo não apenas com as funções tecnológicas relacionadas a esses produtos mas, também, para melhorar o sabor desses alimentos, enriquecendo-os.  Para isso, é preciso antes deixá-lo secar por algum tempo e triturá-lo. Assim, ele ficará com aspecto próximo ao de uma farinha e não vai alterar a textura do alimento. O bagaço das frutas ainda é inutilizado na alimentação humana. E isso ocorre num país em que a produção anual de laranjas e limões é superior a 19 milhões de toneladas — 30 da produção mundial. E a maior parte disso, cerca de 80, é destinada à extração de sucos, o que consequentemente gera bagaço — o que corresponde a 50 da fruta. No entanto, o destino de todo esse resíduo é o lixo.     Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/pesquisa-mostra-riqueza-nutricional-do-bagaco-de-frutas-citricas/
 
Agressão a macacos dificulta detecção de febre amarela
Subsecretaria do Rio mostrou que o estado contabiliza 131 macacos mortos, sendo 69 vítimas de agressão humana A pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Mariana Rocha David, doutora em biologia parasitária, fez alerta na sexta-feira de que a grande mortandade de macacos provocada por ataques humanos por meio de espancamento ou de envenenamento pode sobrecarregar o sistema de detecção do vírus da febre amarela. Em palestra no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, a pesquisadora destacou que a confirmação de que o macaco de fato morreu vítima da doença pode demorar um tempo maior a partir do momento em que uma grande quantidade de amostras de sangue desses animais chegar aos laboratórios de referência para serem analisadas. “Além de a gente estar matando o animal que mostra onde está a circulação do vírus, cometendo crime ambiental, provocando desequilíbrio ecológico, a gente está sobrecarregando o sistema que detecta os casos”, disse a pesquisadora. O último balanço da Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses da prefeitura do Rio mostrou que o estado contabiliza 131 macacos mortos desde o início do ano. Desse total, 69 têm sinais de agressão humana. A pesquisadora da Fiocruz também ressaltou que, se a população de macacos for dizimada, a tendência é que os mosquitos silvestres transmissores do vírus que circulam na copa das árvores voem até a borda da floresta, onde podem infectar uma pessoa que não está imunizada. “O macaco não transmite a doença. Ele avisa onde está a circulação do vírus. Precisamos protegê-los”, disse Mariana, que reforçou a necessidade de as pessoas terem responsabilidade ao divulgar informações sobre a febre amarela nas redes sociais. Na sexta-feira, o Linha Verde, programa do Disque-Denúncia específico para delatar crimes ambientais, lançou uma campanha contra o ataque a macacos no Rio de Janeiro, depois do elevado número de mortes de primatas este ano. Os animais são hospedeiros da febre amarela silvestre, e apesar de não transmitirem a doença, estão sendo atacados pela população. De acordo com o último informe epidemiológico, divulgado na noite de hoje pela Secretaria Estadual de Saúde, este ano foram registrados 26 casos de febre amarela silvestre em humanos no estado do Rio de Janeiro, com oito óbitos. Teresópolis teve quatro casos, com dois óbitos; Valença, 13 e quatro mortes; Nova Friburgo e Miguel Pereira, um caso e um óbito, cada; e Duas Barras, dois casos. Sumidouro registrou dois casos e Petrópolis, Rio das Flores, Vassouras, um caso cada. Foi confirmado apenas um caso de febre amarela em macacos, em Niterói. Ao encontrar macacos mortos ou doentes (animal que apresenta comportamento anormal, que está afastado do grupo, com movimentos lentos), o cidadão deve informar o mais rapidamente possível à Secretaria de Saúde do seu município.   Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/agressao-a-macacos-dificulta-deteccao-de-febre-amarela/
 
Cuidados com a hidratação durante os dias de calor
Mais da metade do peso do corpo humano é constituído por água, ela é o componente fundamental de todas as células do organismo. A água ajuda a regular a temperatura corporal e o funcionamento dos órgãos, elimina toxinas, ajuda na lubrificação de mucosas e age como um veículo de transporte de nutrientes. Essencial para a manutenção da vida, sem ela não sobrevivemos mais do que poucos dias. Como qualquer alimento, a quantidade de água que precisamos ingerir por dia é muito variável e depende de vários fatores. Entre eles estão a idade e o peso da pessoa, a atividade física que ela realiza e, ainda, o clima e a temperatura do ambiente onde vive. Por isso, principalmente durante o verão, quando o calor aperta, é preciso ficar atento e caprichar na ingestão de água.    A água pode ser ingerida de diversas formas, in natura ou por meio dos alimentos que consumimos. A maior parte das frutas, por exemplo, contêm entre 80 e 90 de água. Verduras e legumes cozidos ou na forma de saladas costumam ter mais do que 90 do seu peso em água. Quando a alimentação é baseada nesses alimentos, eles podem fornecer cerca de metade da água que precisamos ingerir. Uma boa dica para complementar a hidratação nos dias de calor, principalmente os que passamos ao ar livre, é incluir nos lanches frutas como laranja e melancia, que são refrescantes e possuem um alto teor de água. Picolés preparados em casa com suco da fruta também é uma ótima opção, principalmente para as crianças. Diferente dos alimentos in natura ou minimamente processados, os alimentos ultraprocessados são, em geral, escassos em água, exatamente para que durem mais nas prateleiras. Este é o caso de salgadinhos “de pacote” e biscoitos que costumam ter menos do que 5 de água na sua composição. Saiba mais sobre o as desvantangens dos alimentos ultraprocessados na matéria do Blog da Saúde. A preferência deve ser sempre pelo consumo da água pura ou saborizada com rodelas de limão ou folhas de hortelã. Café ou chá também podem estar presentes, mas é preciso maneirar na quantidade de açúcar adicionado. Outros produtos como refrigerantes e vários tipos de bebidas adoçadas possuem alta proporção de água, mas contêm açúcar ou adoçantes artificiais e vários aditivos, e não podem ser considerados fontes adequadas para hidratação. Em casos de desidratação grave – que nas crianças geralmente está associada à diarreia ou vômitos – deve-se buscar na unidade de saúde mais próxima para a prescrição de soluções de hidratação oral, que são soros para repor o líquido perdido durante a desidratação. Então, antes de aproveitar os dias de verão com atividades ao ar livre, prepare-se: Fonte: Blog da Saúde
 
Febre amarela: sintomas, transmissão e prevenção
Sintomas A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela. Transmissão A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra. Prevenção Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d::ASPAS::água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do "fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo. A população de e São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia receberá a dose fracionada da vacina de febre amarela. A meta é vacinar 95 de 19,7 milhões. O objetivo é evitar a circulação e expansão do vírus. A dose padrão da vacina continuará sendo administrada em alguns grupos conforme a tabela abaixo. Fonte: https://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao
 
Janeiro Branco: por uma cultura da Saúde Mental.
Uma campanha dedicada a mostrar às pessoas – e à sociedade – que os seres humanos são seres de conteúdos psicológicos e subjetivos, que suas vidas, necessariamente, são estruturadas em torno de questões mentais, sentimentais, emocionais, relacionais e comportamentais, sendo, portanto, imperioso e necessário, que a subjetividade humana possua lugar de destaque em nossa cultura e em nossos cotidianos, sob pena de sermos vítimas de nós mesmos e de quem despreza as próprias necessidades psicológicas e as necessidades psicológicas alheias. Uma Campanha pensada, planejada e projetada para a promoção de Saúde Emocional nas vidas de todos os indivíduos que compõe a humanidade, buscando estratégias políticas, sociais e culturais para que o adoecimento emocional seja prevenido, conhecido e combatido em todos os campos, esferas, dimensões e espaços em que o humano se faz presente.   Uma Campanha que, por meio dela em todo o Brasil e em outros países, cidadãos, psicólogos e demais profissionais (da saúde ou não), estão se mobilizando para levar mensagens e reflexões aos indivíduos e às instituições às quais esses mesmos indivíduos encontram-se entrelaçados: “quem cuida da mente, cuida da vida”; “quem cuida das emoções, cuida da humanidade”; “quem cuida de si, já cuida do outro”; “sem psicoeducação não haverá solução”; “autoconhecimento: isso também tem a ver com a sua saúde mental”; “o que você não resolve em sua mente, o corpo transforma em doença”; “saúde mental pressupõe políticas públicas” e várias outras orientações, dicas e reflexões que têm o poder de chamar a atenção de todos para os cuidados consigo, com os outros e, também, para a importância das lutas por políticas públicas em defesa da Saúde Mental de todos. O mundo tem pedido isso e nós, psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e demais cidadãos brasileiros envolvidos pelo Janeiro Branco, nos propusemos a atender a esse chamado e a esse pedido de ajuda por parte da humanidade. Isso se chama Psicoeducação e o Janeiro Branco nasceu para isso, por amor à humanidade, senso de responsabilidade social, senso de dever profissional e pura solidariedade humanística. Porque há sofrimentos que podem ser prevenidos. Dores que podem ser evitadas. Violências que podem ser impedidas, cuidadas ou reparadas. Exemplos que podem ser partilhados. Ensinamentos que podem ser difundidos em nome de povos mais saudáveis e mais bem resolvidos em termos emocionais.   Fonte: http://janeirobranco.com.br/projeto-janeiro-branco/
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