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Estudo mostra por que dor de cabeça aumenta no verão
Pesquisadores encontraram os principais gatilhos para a dor de cabeça durante os meses mais quentes do ano Com a aproximação do verão e o aumento da temperatura, cada vez mais gente busca atividades ao ar livre, seja por puro lazer ou para se exercitar, por exemplo. Mas quem sofre com dor de cabeça e enxaqueca já deve ter percebido que essa época é especialmente complicada por causa desses problemas. Porém, um estudo do Departamento de Medicina, do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos Estados Unidos, analisou mais de 7 mil pacientes para entender por que isso acontece. Os pesquisadores descobriram que as queixas de dores de cabeça aumentam cerca de 7,5 a cada 5 graus Celsius a mais na temperatura. "Comparamos níveis de temperatura, pressão barométrica, umidade, partículas finas, carbono preto e dióxidos de nitrogênio e enxofre durante três períodos de 24 horas", dizem os pesquisadores na publicação da pesquisa. Com isso, eles compreenderam que a iluminação mais intensa, as alterações bruscas de temperatura (sair de um ambiente com ar condicionado e ir para o calor na rua) e a desidratação são gatilhos para as crises de dores de cabeça durante o verão. Por isso, o melhor para evitar esse desconforto é apostar forte na hidratação, ingerindo muitos líquidos e se alimentando bem, usando óculos escuros em ambientes externos, além de evitar fazer atividades desgastantes nos períodos em que o sol está mais forte. Fonte: http://www.minhavida.com.br/bem-estar/noticias/32093-estudo-mostra-por-que-dor-de-cabeca-aumenta-no-verao
 
Catarata: cirurgia pode aumentar a longevidade
Além de melhorar a visão, a cirurgia de catarata pode prolongar a vida, segundo um novo estudo publicado no periódico científico JAMA Ophthalmology. Para quem sofre da doença e já está em um idade avançada, os riscos de morte por doenças cardiovasculares, pulmonares, neurológicas e infecciosas, bem como os riscos de câncer e morte por acidentes, são reduzidos após a cirurgia ocular. O estudo Pesquisadores da Escola de Medicina David Geffen da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, analisaram 74.000 mulheres, com 65 anos ou mais, que tinham ou já tiveram catarata, sendo que 41.735 (53,4) haviam se recuperado através da cirurgia. A partir desses dados, eles concluíram que 60 das mulheres operadas tinham um risco menor de morte por doenças crônicas e acidentes. Qualidade de vida Estudos anteriores já haviam mostrado que a cirurgia estava associada a um menor risco de mortalidade tanto em mulheres quanto em homens. Agora, segundo os cientistas, o novo estudo, além de confirmar as antigas descobertas, sugere a possibilidade da cirurgia aumentar a expectativa de vida dos idosos, inclusive ao evitar acidentes domésticos. “Depois da cirurgia, eles conseguem se mover melhor e fazer mais exercícios. Com a melhora da visão, conseguem se medicar sozinhos e de forma correta”, disse Anne Coleman, principal autora do estudo, em entrevista ao jornal americano The New York Times. “A cirurgia também melhora o contraste visual, o que diminui o risco de mortes acidentais por queda ou direção. Isso mostra que se a melhora da visão é possível, é importante obtê-la.” A cirurgia O procedimento é feito em um olho de cada vez, com um intervalo de uma ou duas semanas entre cada cirurgia, e consiste em uma pequena incisão a laser, por onde o cristalino danificado é removido e as lentes intra-oculares são inseridas. A cirurgia é feita com anestesia local e demora cerca de cinco minutos. Já as lentes intra-oculares são feitas conforme o caso e estilo de vida do paciente, o que também pode incluir a correção do grau para perto ou para longe (astigmatismo, hipermetropia ou miopia). As complicações, de acordo com a autora da pesquisa, são raras. Embora existam alguns riscos associados ao procedimento, como possíveis infecções, descolamento da retina e visão dupla ou opaca, a cirurgia da catarata tem 98 de taxa de sucesso. Catarata A catarata ocorre com o envelhecimento da lente natural dos olhos, o cristalino, responsável pelo foco da visão (refração). Com o avanço da idade, a principal causa da doença, a visão se torna total ou parcialmente opaca – o que pode causar a perda progressiva da capacidade de enxergar tanto para perto quanto para longe. Apesar de rara, a catarata também pode ser congênita, quando o indivíduo já nasce com a doença. Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/catarata-cirurgia-pode-aumentar-a-longevidade/
 
Anvisa alerta para possível risco da vacina contra a dengue
De acordo com estudo do fabricante, pessoas que nunca tiveram contato com o vírus podem desenvolver formas mais graves da doença com a imunização A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quarta-feira um alerta sobre possíveis riscos do uso da vacina contra a dengue, o Dengvaxia, fabricado pela Sanofi-Aventis. Conforme os dados preliminares de um novo estudo, encomendado pelo próprio laboratório, pessoas que nunca tiveram contato com a dengue podem desenvolver formas mais graves da doença depois de tomarem a vacina. A atual recomendação da vigilância sanitária é que a imunização não seja feita em pacientes soronegativos, que nunca tenham contraído o vírus. Novos estudos Antes do registro da Anvisa, a vacina tinha sido testada em cerca de 40.000 pessoas pelo mundo todo, inclusive no Brasil, em estudos que seguiram padrões estabelecidos por guias internacionais. De acordo com a Sanofi, em comunicado, os riscos não foram identificados na população geral. Para os indivíduos soronegativos, havia sido identificado apenas um menor benefício de imunização, sem reações adversas. Já em um novo estudo, a fim de monitorar o uso do imunizante, a empresa identificou nos pacientes soronegativos maior propensão às complicações da doença, passados trinta meses depois da primeira dose. De acordo com os dados, em cada 1.000 indivíduos soronegativos vacinados, cinco são hospitalizados e dois contraem a dengue severa. Segundo a Anvisa, esses números precisam ser confirmados, mas, como medida de prevenção, a bula do produto deverá ser alterada, informando o aumento dos riscos. A vacina Enquanto isso, o benefício para indivíduos anteriormente expostos ao vírus da dengue permanece favorável, mesmo cinco anos depois do recebimento da vacina, que consiste em três doses a ser administradas em intervalos de seis meses. O imunizante é indicado para prevenção da dengue causada pelos sorotipos 1, 2, 3 e 4 (recombinante, atenuada) em pacientes entre 9 e 45 anos de idade que vivem em áreas endêmicas. A vacina é a única aprovada no Brasil e está disponível no mercado desde dezembro de 2015. Sobre a atualização, a Anvisa afirma que já solicitou os documentos completos referentes aos estudos de monitoramento realizados pela empresa e informa que outras ações poderão ser adotadas à medida que os dados forem avaliados. Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/anvisa-alerta-para-possivel-risco-da-vacina-contra-a-dengue/
 
Brasil testa novo tratamento contra refluxo
O novo método é uma terapia pouco invasiva que pode substituir a cirurgia e os medicamentos Um tratamento inédito no Brasil pode tornar-se um aliado para quem quer tratar o refluxo sem cirurgia ou utilizando medicamentos. Presente em mais de 40 países, o Sistema Stretta foi utilizado pela primeira vez em setembro na Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) e tem como objetivo fortalecer a musculatura do esôfago, que, quando apresenta frouxidão, permite que o suco gástrico suba do estômago e atinja o órgão, causando incômodo, ardência, dificuldade de deglutição e azia. Coordenador do serviço de endoscopia da faculdade, o gastrocirurgião Eduardo Grecco explica que os resultados no exterior foram positivos e há um protocolo de estudo para verificar os efeitos do procedimento em pacientes brasileiros. “É um tratamento rápido, feito em uma sessão única de 30 minutos. O paciente acorda bem, recebe orientações para a dieta e vai para casa. Ele vai ser acompanhado por quatro a seis semanas, utilizando a medicação que está habituado e, depois, vai suspender a medicação.” O método é uma terapia pouco invasiva que consiste em emitir energia de radiofrequência para o músculo entre o estômago e o esôfago, fortalecendo a estrutura. Isso faz com que as paredes funcionem como uma espécie de “barreira” que impede que os fluidos subam e causem o refluxo. A cirurgia, segundo ele, resolve 70 dos casos e tem eficácia que varia de cinco a sete anos para 30 dos pacientes que enfrentam o procedimento. Mas há os desconfortos ligados ao processo cirúrgico. “Tem corte, anestesia geral e o paciente fica de uma semana a dez dias com dificuldade para se alimentar. Com o Stretta, ele tem dor e desconforto leves, mas já volta à dieta geral a partir do terceiro dia. Quanto menos invasivo, mais rápida a recuperação, menos riscos de infecção e menos efeitos colaterais.” Pioneiro O escriturário Renan Rodrigues Cayres, de 25 anos, foi o primeiro paciente a ser submetido ao Stretta. Ele começou a perceber os sintomas do refluxo aos 15 anos. “Não era todos os dias, mas isso foi me acompanhando durante os últimos dez anos.” Ele se interessou pelo procedimento assim que o conheceu. “Além de não ser um processo cirúrgico, tem o efeito de poder suspender a medicação, que tem efeitos agressivos e é muito cara.” Eduardo Grecco afirma que o tratamento precisa da colaboração dos pacientes. “Não adianta continuar com os erros alimentares. O método vai melhorar a capacidade do esôfago para o refluxo, mas o paciente não vai ficar livre para sempre. A pessoa pode ter quadros agudos, principalmente se extrapolar em uma festa.”   Fonte: http://abr.ai/2BeJXW0
 
Dia da Consciência Negra
O Dia da Consciência Negra é comemorado em todo território nacional. Esta data foi escolhida por ter sido o dia da morte do líder negro "Zumbi", que lutou contra a escravidão no Brasil. A celebração relembra a importância de refletir sobre a posição dos negros na sociedade. Afinal, as gerações que sucederam a época de escravidão sofreram diversos níveis de preconceito.   Manifestação popular no dia da Consciência Negra   A data foi estabelecida pelo projeto Lei n.º 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. No entanto, somente em 2011 a lei foi sancionada (Lei 12.519/2011) pela presidente Dilma Rousseff. Em alguns estados do país, o Dia da Consciência Negra é feriado como no Rio de Janeiro, Alagoas, Amazonas, Amapá, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. História do Dia da Consciência Negra As diversas nações africanas não se reconheciam como negros, e sim como Bantos, Haúças, Niams, Fulas, Kanembus, etc. Os primeiros africanos trazidos para o Brasil como escravos chegaram aqui em 1532. A abolição do tráfico negreiro deu-se em 1850, pela Lei Eusébio de Queiroz. Após a abolição formal da escravidão no dia 13 de maio de 1888, a busca da "liberdade" e da igualdade por direitos dos negros jamais cessou. O sentimento de discriminação sentido por todos os lados tornou o negro excluído da sociedade, da educação e assim, marginalizado no mercado de trabalho. Essa exclusão foi aos poucos se diluindo. O negro encontrava lugar nos esportes e artes, mas não tinha acesso à universidade, por exemplo. Deste modo, a população negra optou por uma celebração simbólica dessa luta constante para sua libertação. A criação de um dia comemorativo da Consciência Negra é uma forma de lembrar a importância de valorizar um povo que contribuiu para o desenvolvimento da cultura brasileira. No dia 9 de janeiro de 2003, a Lei Federal 10.639 instituiu o "Dia Nacional da Consciência Negra", no calendário escolar. O ensino da cultura afro-brasileira passou a fazer parte do currículo escolar em todo o país. Durante este período, diversas atividades e projetos são realizados nas escolas de todo o país para comemorar a luta dos afrodescendentes. Além disso, tem o intuito de conscientizar a população para a importância desse povo na formação social, histórica e cultural de nosso país.   Fonte: https://www.todamateria.com.br/consciencia-negra/
 
Fones de ouvido contribuem para a perda da audição em jovens
Segundo o Conselho Federal de Fonoaudiologia, o uso frequente de fones de ouvido para ouvir música muito alta contribui para problemas de audição   A cada dia, mais jovens estão apresentando perda de audição causada pelo uso irregular de fones de ouvido. O alerta é feito pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa). “Os adolescentes usam esse equipamento de som com volume muito alto. A gente vem notando que a audição deles não é tão normal como antigamente, já tem mais perda. E se continuar a usar esse som alto, eles terão uma perda irreversível, não volta mais ao normal”, disse Thelma Costa, presidente do CFFa. Segundo ela, as perdas auditivas por causa de ruído estão aumentando entre a população, tanto por ruído industrial quanto por equipamentos de som. Ela cita como exemplo o caso dos músicos, lembrando que existem protetores auditivos que selecionam o som. “Então, eles conseguem seguir com a profissão e estão se prevenindo, o que não acontece com os adolescentes.   Monitorar e baixar o volume Os pais e responsáveis podem minimizar os riscos ao  monitorar o volume dos fones de ouvido dos filhos. “Se você estiver a 1 metro da pessoa e ouvir o que ela está escutando, ela provavelmente terá uma perda de audição. A essa distância, você não deve ouvir o que a pessoa está escutando no fone de ouvido”, reforçou Thelma, que é especialista em audiologia. A orientação é baixar o volume. Segundo ela, já houve uma proposta de projeto de lei no Congresso Nacional para que esses equipamentos tenham controle máximo de volume, mas ele não foi aprovado. Outra recomendação do Conselho é que as escolas pensem melhor na estrutura das salas de aulas, para que sejam construídas em locais mais silenciosos ou com melhor acústica.   Causas e prevenção Nesta sexta-feira é comemorado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. Segundo o CFFa, muitas das situações que podem causar problemas de audição são preveníveis. Thelma explica que as causas para a perda de audição dependem da fase da vida. Os bebês, por exemplo, podem nascer com deficiência auditiva por problemas na gestação, quando a mãe é usuária de drogas, teve sífilis ou rubéola durante a gravidez, ou problemas no parto. “Por isso é importante fazer o teste da orelhinha na maternidade, para saber se nasceu surdo ou não e intervir, se necessário”, disse. No caso das crianças, as otites devem ser tratadas com cuidado e a vacinação deve estar em dia. Doenças como meningite e caxumba podem causar perda de audição, por exemplo, e há vacinas disponíveis na rede pública. No caso dos adolescentes, além do uso irregular dos equipamentos de som, há o risco das patologias acometidas nas crianças. Por outro lado, há causas que não são preveníveis, com otosclerose, acidente vascular cerebral e perdas progressivas causadas pela idade.   Tratamento Para quem tem alguma perda de audição, o uso de aparelhos auditivos é a melhor forma de correção. Segundo Thelma, qualquer pessoa com perda leve, dependendo da necessidade, pode utilizá-lo. Não é mais necessário ter uma perda grave para ser um paciente potencial ao uso do dispositivo. “Mas o uso do aparelho não previne a progressão da perda de audição. A prevenção, no caso de exposição a ruído, é parar de se expor, então aquela perda estaciona, mas não melhora”, ressaltou. Segundo a presidente do CFFa, a tecnologia de aparelhos auditivos melhorou muito ao longo do tempo, e hoje eles podem até ser implantados dentro do ouvido. Entretanto, mais importante que a amplitude do som é a qualidade desses equipamentos. “Antigamente se colocava o aparelho e ele aumentava o som. O paciente escutava, mas continuava sem compreender. Hoje é como se aumentasse o volume com um som estereofônico muito melhor. O paciente ouve e tem uma qualidade sonora muito boa”, disse.   Preconceito, debate e inclusão Neste ano, o tema da redação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi exatamente “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Thelma discorda da argumentação principal de que o aluno do ensino médio não tem conhecimento para discorrer sobre o tema. Ela acredita que a inclusão deveria ser debatida por todos, inclusive porque o deficiente auditivo faz parte da comunidade escolar, assim como qualquer pessoa com deficiência. As questões da inclusão e do preconceito devem ser debatidas não só nas escolas, mas em toda a sociedade, pois pessoas com perdas profundas de audição precisam ser compreendidas em todos os lugares.   “Os desafios são vários, porque existe a questão da formação do professor. O aluno, seja surdo ou com qualquer deficiência, é colocado na sala de aula, mas não é incluído, muitas vezes porque o professor não tem formação para incluir. É muito mais fácil incluir pessoas com deficiência física, mas com relação ao surdo, é preciso ter um intérprete e uma maneira diferente de dar aula. É um desafio, sim, e muitos professores terão que saber lidar com a educação do surdo”, disse. O preconceito existe ainda na própria pessoa com deficiência auditiva. “A primeira pergunta que ela faz é se o aparelho vai aparecer. Como se, desaparecendo o aparelho, desaparece o problema. Isso é preconceito da própria pessoa. E a gente pergunta: ‘Mas você usa óculos? Qual é a dificuldade e a diferença?::ASPAS::”, acrescentou a especialista. Font: http://abr.ai/2jgBBJS
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